laje tecto rés-do-chão

Já temos a laje de tecto do rés-do-chão betonada. Segundo projecto de estruturas, a laje aligeirada apoia nas paredes de alvenaria de pedra existentes, sendo utilizadas cantoneiras metálicas para auxiliar esse mesmo apoio. Uma vez que a obra não tem grua devido a falta de espaço, o betão é feito em obra e transportado para os pisos a betonar.

laje-a-ser-betonada

laje a ser betonada

 

2 Responses to “laje tecto rés-do-chão”


  1. 1 Nuno Cunha Julho 7, 2009 às 3:49 pm

    Muito interessante a ideia do diário de obra. Parabéns.

    Porém, só uma questão. Estive a ler o relatório de inspecção e diagnóstico e a maioria dos vigamentos de madeira estavam em boas ou razoáveis condições. Porquê a necessidade da execução de lajes em betão armado? E já agora, como foi realizada a solidarização da nova estrutura em betão à estrutura existente?

    Sinceramente, a mim não me parece a melhor maneira de conservarmos o nosso património. Os sistemas estruturais fazem parte integrante do edifício, não devendo ser adulterados através da introdução de elementos que alteram o comportamento global da estrutura.

    Encarem isto como uma critica puramente construtiva.

    Abraço

  2. 2 Adriana Julho 7, 2009 às 9:19 pm

    Caro Nuno Cunha
    Fico contente por saber que gostou do nosso diário. Trabalho em reabilitação há alguns anos e confesso que tenho tido alguma dificuldade em conseguir manter sempre a estrutura de madeira do edifício, por dois motivos: o primeiro porque o proprietário é o primeiro a não aceitar a manutenção do vigamento, pelos variados motivos, e outro porque grande parte dos técnicos, engenheiros e até mesmo construtores, a primeira coisa que defendem é o betão. Mas concordo plenamente consigo e tento sempre que possível que isso aconteça. Por acaso o edifício dos Lóios é um dos poucos que consegui manter a estrutura. O relatório de diagnóstico foi pedido precisamente por esse motivo: explicar ao proprietário que podemos manter a estrutura de madeira devido ao seu bom estado de conservação. Na verdade, aquando do relatório, um ano aproximadamente antes do início da obra, os vigamentos estavam bom ou em razoável estado de conservação. Aquando do início da obra alguns vigamentos já não estavam em tão boas condições dado a entrada de água no edifício. Ao ter de substituir os vigamentos de madeira optamos por uma laje de betão, só numa parte do edifício onde estava degradado, sendo que o restante será mantido em madeira, inclusivé a escada. A zona a reparar foi precisamente onde estavam em projecto situada as instalações sanitárias, zona de águas, onde aproveitamos também por uma questão funcional em adoptar o betão em detrimento da madeira. Para nós foi uma situação de compromisso, um equilíbrio dentro do possível.
    De qualquer forma a divulgação de algumas técnicas e o trabalho dos técnicos é essencial para que se mude mentalidades.


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